TIENS DO BRASIL
TIENS DO BRASIL
SUA OPORTUNIDADE DE NEGÓCIOS E VENDAS
A TIENS DO BRASIL é uma mega companhia Chinesa (Multinacional Chinesa) de VENDAS DIRETAS que está ampliando seus negócios no Brasil.
A empresa é a 3ª maios empresa de VENDAS DIRETAS no mundo, tendo faturado em 1007 7 bilhões de dólares em vendas de seus produtos - produtos baseados na medicina Chinesa e filosofia oriental como Suplementos naturais, cosméticos, perfumes e até aparelhos de massagem (usando princípios de DO-IN, Shiatsu e Acupuntura).
Vejam os vídeos com alguns dos produtos atualmente comercializados através de seus DISTRIBUIDORES e VENDEDORES:
Mais produtos TIENS:
Mais que isso a proposta da TIENS é proporcionar a empreendedores criarem um NEGÓCIO PRÓPRIO de distribuição de seus produtos através basicamente de VENDA DIRETA e também de criação de um mercado consumidor - com altos ganhos prêmios de bonificações como um CARRO COROLLA, VIAGENS INTERNACIONAIS entre outros:
Alguns links oficiais:
Site Mundial TIENS: http://www.tiens.com
TIENS DO BRASIL: http://www.tiensbrasil.com.br
Portal Latino TIENS: http://www.tiensla.com
Mais informações acesse o site TIENS NO BRASIL.
Comunidades Virtuais
As comunidades virtuais, ou marketplaces, são criadas com o objetivo de reunir entidades com interesses comuns de um ou mais segmentos visando transacionar produtos e serviços. É o caso, por exemplo, do mercado eletrônico, que reúne cerca de 20 mil empresas de diversos segmentos Internet permite a comunicação bidirecional, as comunidades aceleram e ampliam a comunicação entre os consumidores. Existem inclusive sites que publicam informações pejorativas de determinadas marcas que só fazem contribuir para o seu declínio.
Quem não se lembra do drama vivido pela Intel, em 1994, quando o processador Pentium apresentou um bug, aparentemente sem importância, mas que se transformou em um desastre de relações públicas, em especial devido à difusão de informações na Internet ?
As corporações estão cientes da elevada influência que as comunidades eletrônicas podem exercer no mercado. Na tentativa de manifestar alguma influência neste fenômeno, algumas empresas estão trabalhando, sozinhos, ou em associação com parceiros, para criar comunidades próprias on-line. Dessa maneira, tais comunidades poderão ser monitoradas de perto permitindo a correção dos rumos quando necessário.
Estes espaços virtuais que reúnem compradores e fornecedores de diversos portes, objetivam permitir que os compradores possam adquirir insumos, matérias-primas e acessórios pelo menor preço. Em contrapartida, os fornecedores obteriam lucros com a desova dos estoques de forma ágil, permitindo auferir lucros em escala.
Existem várias iniciativas correndo em paralelo, como é o caso da Souza Cruz e Ambev, que criou o portal de compras de MRO (Manutenção Reparos e Operações) Agrega (www.agrega.com.br). O objetivo é realizar compras compartilhadas de materiais e serviços que não estão envolvidos diretamente no processo produtivo das duas empresas. A estratégia é fazer com que os fornecedores vendam suas mercadorias por preços inferiores aos praticados pelo mercado atraídos pelo alto volume de compras das empresas.
O principal atrativo para uma empresa participar de um e-marketplace independente é a redução de custos para o comprador, não implicando na prestacao de um novo serviço. Por outro lado, esta intermediação pode representar o enfraquecimento da parceria entre um grande comprador e um fornecedor, por isso merece ser muito bem estudada antes de se optar por um serviço desta natureza.
O surgimento das comunidades virtuais representa uma ameaça às marcas. Tradicionalmente, a imagem da marca é criada através da propaganda em meios convencionais, das promo,coes de vendas e de marketing direto, que não têm a interação direta com o consumidor.
Ou é E-business ou Está Fora do Mercado (III)
O comércio eletrônico não tem de ser uma proposta “um-ou outro”. A Internet pode ser um complemento magnífico para as operações reais da empresa, dando aos consumidores a escolha dos métodos de compra. Enfrente a realidade, há ocasiões em que fazer uma compra - ou comparar produtos - é mais conveniente ou mais eficaz via Internet. Talvez seja sábado, 2 horas da madrugada e o sono foi embora, você decide que agora talvez seja a hora de encomendar aquela camera de vídeo que planeja comprar ou verificar os horários e preços dos vôos para as férias da família.
Outras vezes, prefere ir à loja ou shopping, para ver, sentir e experimentar o produto que deseja comprar. Ou ainda queira apenas dar um passeio, divertir-se e ao mesmo tempo olhar as vitrinas.
Relaxe: a Internet não significa - e nunca significará - o fim do varejo tradicional. E uma adição rápida e conveniente ao seu arsenal de vendas que permite aos consumidores acossar seus produtos e serviços de onde possam estar, a qualquer momento Que Queiram. antes de fazer o pedido. Tudo o que você fizer para tornar a compra de seus produtos e serviços fácil para o consumidor com certeza aumentará suas vendas.
Se você ainda está um pouco cético sobre a formação de uma parceria entre os mundos virtual e físico, considere os resultados do estudo da Jupiter Communications. Eles descobriram que 68% dos compradores de 1998, que foram pesquisados no início de maio de 2000, usaram a Internet para verificar as mercadorias antes de comprá-las em uma loja física. O estudo mostrou também que em 1999 os consumidores gastaram mais de US$ 135 bilhões em lojas e catálogos como resultado direto de pesquisa feita on-line. A Jupiter estima que o montante atinja US$ 632 bilhões em 2005.
A integração de Web sites e lojas físicas será o fator-chave do sucesso de muitas empresas no futuro. As empresas que descobrirem meios de direcionar o tráfego entre os dois serão as grandes vencedoras. A Nordstrom, gigante varejista conhecida pela enorme quantidade de sapatos que oferece aos consumidores, estaria impossibilitada de estacar todos aqueles pares de sapatos em um espaço físico para os clientes comprarem. Em vez disso, ela estaca mais de 20 milhões de pares de sapatos em seu Web site - Nordstrom.com - e permite que os clientes os vejam nele.
Ou é E-business ou Está Fora do Mercado (II)
Instale um Web site, e você estará pronto para os negócios - grandes negócios. Adicione e-service excepcional na mistura - e entrará em negócios ainda maiores. De acordo com o Boston Consulting Group (BCG), os compradores on-line têm expectativas exigentes. Querem completar uma transação em menos de dez minutos; não querem esperar mais de três minutos pelo atendimento; e esperam que sua mercadoria chegue em menos de uma semana.
Em uma pesquisa do BCG com 12 mil usuários da Internet, 28% dos entrevistados disseram que deixaram de comprar em um site em particular e 60% disseram que evitariam a loja real de uma empresa se tivessem uma experiência negativa em sua loja on-line. Entretanto o BCG também descobriu que quanto mais tempo as pessoas ficam on-line, mais dinheiro elas gastam. Uma pessoa com menos de um ano de acesso on-line gastou US$ 260 em 1999, enquanto que uma pessoa com mais de três anos de acesso gastou, em média, US$ 800.
Ou é E-business ou Está Fora do Mercado (I)
Se você não estiver conectado - será nocauteado. Mark Jarvis, vice-presidente sênior da Oracle, explica de outra maneira. “Nossa visão é simpies”, diz ele. “Ou é e-business ou está fora do mercado.”
Ele está mais do que certo. Muitas empresas principalmente as fundadas na década de 90, fazem todos os seus negócios via Internet, enquanto que as empresas tradicionais convertem-se ao comércio eletrônico com a esperança de percorrer as ondas do ciberespaço para aumentar as vendas, bem como maior eficiência. “Mude as compras para a Web, e a empresa poderá eliminar 90% dos custos de transações“, diz Dean Whitlock, vice-presidente e gerente-geral do grupo e-Business Services da firma de consultaria ICL em Dallas, Texas.
Chris Cogan, CEO da GoCo-op, uma empresa na Flórida de compras pela Internet para hotéis, restaurantes e serviços de saúde, diz “Estimamos que o custo médio do processamento de um pedido de compra seja de US$ 115. Baixamos esse custo para US$ 10. Quando as empresas compram por meio de nosso sistema, vêem economia imediata”.
Muitas empresas - como a Arnazon.com - têm sucesso extraordinário em proporcionar economias, velocidade e serviços aos clientes. Se você ainda não ouviu falar da Amazon.com, procure conhecê-la.
A Revolução do Comércio Eletronico (II)
Para muitos negócios hoje o comércio eletrônico significa a diferença entre sobrevivência e extinção. “A Internet não espera por ninguém, nem por companhia, nem por país, portanto, se você não mantiver o passo, será rapidamente ultrapassado”, diz John Chambers, CEO (Chief Executive Officer) da Cisco Systems.
Estou plenamente de acordo. Não há dúvida de que a Internet é a onda do futuro - e o futuro é agora. A Internet ofereceu às companhias, não importa se grandes ou pequenas, a oportunidade de crescimento sem precedentes. Por outro lado, se não for usada adequadamente, essa tecnologia poderá levar as vendas rapidamente a índices muito baixos.
Em parte alguma o poder das vendas on-line é mais evidente do que o sucesso da Amazon.com. A empresa de Seattle, que começou a vender livros na Web em julho de 1995, teve vendas líquidas de US$ 610 milhões no ano fiscal de 1998, um aumento de 313% em relação às vendas líquidas de US$ 147,8 no ano fiscal de 1997. As vendas líquidas em 2000 foram de US$ 276 bilhões. No quarto trimestre de 1999 era esperado que as vendas ultrapassassem a marca de US$ 650 bilhões. A empresa tem uma clientela de 20 milhões de pessoas em mais de 160 países e oferece àqueles clientes mais de 18 milhões de produtos, inclusive livros esgotados, CDs, DVDs, brinquedos e produtos eletrônicos.
A Revolução do Comércio Eletronico (I)
O Comércio eletrônico é para a Revolução da Informação o que a ferrovia foi para a Revolução Industrial - um desenvolvimento totalmente novo, totalmente sem precedentes, totalmente inesperado. Como a ferrovia há 70 anos, o comércio eletrônico está criando uma explosão nova e distinta, mudando rapidamente a conomia, a sociedade e a política.”
Assim diz Peter Drucker em It Came From the Web de Brian Perry e Mark Burkhardt. E uma declaração forte, mas que descreve precisamente o impacto causado pela Internet - e que continua a causar - em nossas vidas pessoal e profissional. E isso é apenas o começo.
Um relatório emitido pelo Commerce Department constatou que a Internet cresce mais rapidamente do que todas as tecnologias que a precederam. O rádio, por exemplo, existiu por 38 anos antes que 50 milhões de pessoas adquirissem o hábito de ouvi-lo, e somente após 13 anos a televisão alcançou essa marca. Entretanto, passaram-se apenas quatro anos para a Internet ultrapassar esse número.


