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	<title>Profissionais da Internet</title>
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	<description>Tudo sobre e-commerce, loja virtual, cobranças, trabalhos e vendas on-line e artigos para profissionais.</description>
	<pubDate>Tue, 05 May 2009 21:46:30 +0000</pubDate>
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		<title>TIENS DO BRASIL</title>
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		<pubDate>Tue, 05 May 2009 21:40:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Helmer</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Negócios On-line]]></category>

		<category><![CDATA[dinheiro]]></category>

		<category><![CDATA[negocio proprio]]></category>

		<category><![CDATA[oportunidade]]></category>

		<category><![CDATA[renda extra]]></category>

		<category><![CDATA[tiens]]></category>

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		<description><![CDATA[TIENS DO BRASIL
SUA OPORTUNIDADE DE NEGÓCIOS E VENDAS
A TIENS DO BRASIL é uma mega companhia Chinesa (Multinacional Chinesa) de VENDAS DIRETAS que está ampliando seus negócios no Brasil.
A empresa é a 3ª maios empresa de VENDAS DIRETAS no mundo, tendo faturado em 1007 7 bilhões de dólares em vendas de seus produtos - produtos baseados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align: center;"><strong>TIENS DO BRASIL</strong></h1>
<h2>SUA OPORTUNIDADE DE NEGÓCIOS E VENDAS</h2>
<p style="text-align: justify;">A <a title="TIENS DO BRASIL" href="http://www.tiensnobrasil.com.br" target="_blank"><strong>TIENS DO BRASIL</strong></a> é uma mega companhia Chinesa (Multinacional Chinesa) de <strong>VENDAS DIRETAS</strong> que está ampliando seus negócios no Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">A empresa é a 3ª maios empresa de <strong>VENDAS DIRETAS</strong> no mundo, tendo faturado em 1007 7 bilhões de dólares em vendas de seus produtos - produtos baseados na medicina Chinesa e filosofia oriental como Suplementos naturais, cosméticos, perfumes e até aparelhos de massagem (usando princípios de DO-IN, Shiatsu e Acupuntura).</p>
<p style="text-align: justify;">Vejam os vídeos com alguns dos produtos atualmente comercializados através de seus <strong>DISTRIBUIDORES </strong>e <strong>VENDEDORES</strong>:</p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="445" height="364" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/D6px9Ag6heo&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999&amp;border=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="445" height="364" src="http://www.youtube.com/v/D6px9Ag6heo&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999&amp;border=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Mais produtos TIENS:</strong></p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="445" height="364" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/3N0WGF6FTAw&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999&amp;border=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="445" height="364" src="http://www.youtube.com/v/3N0WGF6FTAw&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999&amp;border=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Mais que isso a proposta da <a title="TIENS" href="http://www.tiensnobrasil.com.br" target="_blank">TIENS</a> é proporcionar a empreendedores criarem um </strong><strong>NEGÓCIO PRÓPRIO de distribuição de seus produtos através basicamente de </strong><strong>VENDA DIRETA e também de criação de um mercado consumidor - com altos ganhos prêmios de bonificações como um </strong><strong>CARRO COROLLA, </strong><strong>VIAGENS INTERNACIONAIS entre outros:</strong></p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="445" height="364" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/TYFAA7inX04&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999&amp;border=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="445" height="364" src="http://www.youtube.com/v/TYFAA7inX04&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999&amp;border=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Alguns links oficiais:</p>
<p><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Site                          Mundial <strong>TIENS</strong>: <a href="http://www.tiens.com/" target="_blank"><strong>http://www.tiens.com</strong></a><br />
<strong>TIENS DO BRASIL</strong>: <a href="http://www.tiensbrasil.com.br/" target="_blank"><strong>http://www.tiensbrasil.com.br</strong></a><br />
Portal Latino <strong>TIENS</strong>: <a href="http://www.tiensla.com/" target="_blank"><strong>http://www.tiensla.com</strong></a></span></p>
<h2>Mais informações acesse o site <a title="TIENS DO BRASIL" href="http://www.tiensnobrasil.com.br" target="_blank"><strong>TIENS NO BRASIL</strong></a>.</h2>
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		</item>
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		<title>Comunidades Virtuais</title>
		<link>http://www.portalfiremasters.com.br/2008/11/comunidades-virtuais/</link>
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		<pubDate>Sun, 30 Nov 2008 19:28:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Helmer</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Comunidades]]></category>

		<category><![CDATA[b2b]]></category>

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		<description><![CDATA[
As comunidades virtuais, ou marketplaces, são criadas com o objetivo de reunir entidades com interesses comuns de um ou mais segmentos visando transacionar produtos e serviços. É o caso, por exemplo, do mercado eletrônico, que reúne cerca de 20 mil empresas de diversos segmentos Internet permite a comunicação bidirecional, as comunidades aceleram e ampliam a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://portalfiremasters.com.br/wp-content/uploads/2008/11/foto15.jpg"><img class="size-medium wp-image-35 aligncenter" title="foto15" src="http://portalfiremasters.com.br/wp-content/uploads/2008/11/foto15.jpg" alt="" width="180" height="120" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">As comunidades virtuais, ou marketplaces, são criadas com o objetivo de reunir entidades com interesses comuns de um ou mais segmentos visando transacionar produtos e serviços. É o caso, por exemplo, do mercado eletrônico, que reúne cerca de 20 mil empresas de diversos segmentos Internet permite a comunicação bidirecional, as comunidades aceleram e ampliam a comunicação entre os consumidores. Existem inclusive sites que publicam informações pejorativas de determinadas marcas que só fazem contribuir para o seu declínio.</p>
<p style="text-align: justify;">Quem não se lembra do drama vivido pela Intel, em 1994, quando o processador Pentium apresentou um bug, aparentemente sem importância, mas que se transformou em um desastre de relações públicas, em especial devido à difusão de informações na Internet ?</p>
<p style="text-align: justify;">As corporações estão cientes da elevada influência que as comunidades eletrônicas podem exercer no mercado. Na tentativa de manifestar alguma influência neste fenômeno, algumas empresas estão trabalhando, sozinhos, ou em associação com parceiros, para criar comunidades próprias on-line. Dessa maneira, tais comunidades poderão ser monitoradas de perto permitindo a correção dos rumos quando necessário.</p>
<p style="text-align: justify;">Estes espaços virtuais que reúnem compradores e fornecedores de diversos portes, objetivam permitir que os compradores possam adquirir insumos, matérias-primas e acessórios pelo menor preço. Em contrapartida, os fornecedores obteriam lucros com a desova dos estoques de forma ágil, permitindo auferir lucros em escala.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://portalfiremasters.com.br/wp-content/uploads/2008/11/agrega.gif"><img class="alignnone size-medium wp-image-36" title="agrega" src="http://portalfiremasters.com.br/wp-content/uploads/2008/11/agrega.gif" alt="" width="232" height="93" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Existem várias iniciativas correndo em paralelo, como é o caso da Souza Cruz e Ambev, que criou o portal de compras de MRO (Manutenção Reparos e Operações) Agrega (<a href="www.agrega.com.br">www.agrega.com.br</a>). O objetivo é realizar compras compartilhadas de materiais e serviços que não estão envolvidos diretamente no processo produtivo das duas empresas. A estratégia é fazer com que os fornecedores vendam suas mercadorias por preços inferiores aos praticados pelo mercado atraídos pelo alto volume de compras das empresas.</p>
<p>O principal atrativo para uma empresa participar de um e-marketplace independente é a redução de custos para o comprador, não implicando na prestacao de um novo serviço. Por outro lado, esta intermediação pode representar o enfraquecimento da parceria entre um grande comprador e um fornecedor, por isso merece ser muito bem estudada antes de se optar por um serviço desta natureza.</p>
<p style="text-align: justify;">O surgimento das comunidades virtuais representa uma ameaça às marcas. Tradicionalmente, a imagem da marca é criada através da propaganda em meios convencionais, das promo,coes de vendas e de marketing direto, que não têm a interação direta com o consumidor.</p>
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		<title>Ou é E-business ou Está Fora do Mercado (III)</title>
		<link>http://www.portalfiremasters.com.br/2008/11/ou-e-e-business-ou-esta-fora-do-mercado-iii/</link>
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		<pubDate>Fri, 28 Nov 2008 00:44:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Helmer</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Negócios On-line]]></category>

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		<description><![CDATA[O comércio eletrônico não tem de ser uma proposta &#8220;um-ou outro&#8221;. A Internet pode ser um complemento magnífico para as operações reais da empresa, dando aos consumidores a escolha dos métodos de compra. Enfrente a realidade, há ocasiões em que fazer uma compra - ou comparar produtos - é mais conveniente ou mais eficaz via [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.portalfiremasters.com.br/wp-content/uploads/2008/11/1287.gif"><img class="alignleft size-full wp-image-29" title="dineiro" src="http://www.portalfiremasters.com.br/wp-content/uploads/2008/11/1287.gif" alt="" width="130" height="194" /></a><strong>O comércio eletrônico não tem de ser uma proposta &#8220;um-ou outro&#8221;.</strong> A Internet pode ser um complemento magnífico para as operações reais da empresa, dando aos consumidores a escolha dos métodos de compra. Enfrente a realidade, há ocasiões em que fazer uma compra - ou comparar produtos - é mais conveniente ou mais eficaz via Internet. Talvez seja sábado, 2 horas da madrugada e o sono foi embora, você decide que agora talvez seja a hora de encomendar aquela camera de vídeo que planeja comprar ou verificar os horários e preços dos vôos para as férias da família.</p>
<p style="text-align: justify;">Outras vezes, prefere ir à loja ou shopping, para ver, sentir e experimentar o produto que deseja comprar. Ou ainda queira apenas dar um passeio, divertir-se e ao mesmo tempo olhar as vitrinas.</p>
<p style="text-align: justify;">Relaxe: a Internet não significa - e nunca significará - o fim do varejo tradicional. E uma adição rápida e conveniente ao seu arsenal de vendas que permite aos consumidores acossar seus produtos e serviços de onde possam estar, a qualquer momento Que Queiram. antes de fazer o pedido. Tudo o que você fizer para tornar a compra de seus produtos e serviços fácil para o consumidor com certeza aumentará suas vendas.</p>
<p style="text-align: justify;">Se você ainda está um pouco cético sobre a formação de uma parceria entre os mundos virtual e físico, considere os resultados do estudo da Jupiter Communications. Eles descobriram que 68% dos compradores de 1998, que foram pesquisados no início de maio de 2000, usaram a Internet para verificar as mercadorias antes de comprá-las em uma loja física. O estudo mostrou também que em 1999 os consumidores gastaram mais de US$ 135 bilhões em lojas e catálogos como resultado direto de pesquisa feita on-line. A Jupiter estima que o montante atinja US$ 632 bilhões em 2005.</p>
<p style="text-align: justify;">A integração de Web sites e lojas físicas será o fator-chave do sucesso de muitas empresas no futuro. As empresas que descobrirem meios de direcionar o tráfego entre os dois serão as grandes vencedoras. A Nordstrom, gigante varejista conhecida pela enorme quantidade de sapatos que oferece aos consumidores, estaria impossibilitada de estacar todos aqueles pares de sapatos em um espaço físico para os clientes comprarem. Em vez disso, ela estaca mais de 20 milhões de pares de sapatos em seu Web site - Nordstrom.com - e permite que os clientes os vejam nele.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-27"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>&#8220;Utilizamos a Internet para resolver problemas que temos em nossas lojas porque não podemos ter todos os tamanhos e modelos que gostaríamos&#8221;, diz Dan Nordstrom, presidente e principal executivo da unidade da Internet.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Outros varejistas usam o Web site para atrair os consumidores para suas lojas do mundo real. A Radio Shack divulga cupons em seu Web site resgatáveis apenas pessoalmente. Durante certas semanas, a empresa recebe mais de 10 mil cupons de clientes que fazem compras em suas lojas físicas.</p>
<p style="text-align: justify;">A Kmart levou o comércio eletrônico um passo à frente. Quando percebeu que muitos de seus clientes ainda não acossavam a Internet, a empresa associou-se a Yahoo, em dezembro de 1999, para lançar um provedor de serviços gratuitos na Internet chamado BlueLight.com. Em cinco meses, quase 2 milhões de pessoas inscreveram-se no serviço e a empresa registrava mais 20 mil usuários a cada dia. No entanto a Kmart não parou aí. A empresa planeja instalar quiosques do BlueLight.com em suas lojas para permitir que os consumidores encontrem as ofertas especiais de produtos vendidos online também nas lojas. Apesar de eu ter pouca confiança na Kmart, acredito que a parceria com a Yahoo, que admiro muito, fará do BlueLight.com um sucesso.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>&#8220;Não faz muito tempo, os varejistas tradicionais desprezavam a Internet&#8221;, diz Mark Goldstein, presidente e principal executivo do BlueLight.com. &#8220;Agora eles sabem que a Web é algo que tem de abraçar. Não podem ignorá-la.&#8221;</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A Internet permite que as empresas reinventem a maneira de fazer negócios - e, ao mesmo tempo, aumentem muito suas vendas. A AllApartments é um exemplo primordial. Ela foi fundada em 1997 como uma lista on-line de apartamentos disponíveis para alugar nos Estados Unidos inteiro. Em dois anos teve de ser reinventada. Mudou seu nome para SpringStreet e adicionou informações sobre empréstimos, transações de móveis e aluguel de caminhões de mudança. Com isso ela obtém lucros com os anúncios em seu Web site e cobra taxa de comissão de dezenas de parceiros, inclusive Visa e Ryder Moving Services.</p>
<p style="text-align: justify;">Qualquer empresa pode fazer o que a AllApartments fez. Determine o que você faz melhor como negócio, em seguida identifique os produtos ou serviços que podem ser adicionados ao negócio principal para constituir um pacote abrangente e tornar-se uma loja de parada única para os consumidores. A medida que adiciona novos e relacionados serviços, você aumenta as vendas e consegue a fidelidade do cliente. Advirto-o, no entanto, que o e-service é decisivo para essa fidelidade. Veja o comércio eletrônico como uma banqueta de três pernas. Se tiver duas pernas - preço e velocidade - mas não tiver e-service excepcional, não há como manter a banqueta de pé.</p>
<p style="text-align: justify;">Darei um exemplo de uma empresa de comércio eletrônico que me afugentou com sua falta de e-service. Queria abrir uma conta na Ameritrade e enviei-lhes um cheque de US$ 10 mil. Duas semanas depois, a Ameritrade disse que não tinha recebido o cheque. Passaram-se mais dez dias para ela receber, depositar e creditar na minha conta. Tentei investir em vários fundos mútuos depois que a conta foi finalmente aberta, mas sempre havia uma razão para a Ameritrade não ter o fundo mútuo.</p>
<p style="text-align: justify;">A Ameritrade ligou para meu escritório para dizer que não podia obter o fundo mútuo que eu queria. Não imaginei que não tivessem comprado os títulos porque eu ainda não tinha sido aprovado para este tipo de transação. Enquanto isso, os títulos aumentaram 20% e por vários dias eu não soube que os títulos não tinham sido comprados. A Ameritrade gasta milhões de dólares anunciando e-service, <strong>mas ela simplesmente não tem e-service.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Também tentei usar a National Discount Brokers - ndb.com - que of erecia 12 negócios gratuitos para contas novas. Quando tentei descobrir se os fundos mútuos estavam incluídos na oferta, não consegui obter uma resposta à minha consulta. <strong>A empresa não respondeu minha pergunta novamente - e eu não me inscrevi.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Uma outra empresa de comércio eletrônico afugentou-me devido à sua falta de serviço. Comprei cerca de US$ 30 mil em computadores da Tiger Direct e fiquei decepcionado com o serviço recebido. Empresas como essa parecem fazer todo o possível para assegurar que seus clientes nunca façam uma segunda compra. Adoram o altar da propaganda, gastando milhões de dólares para cativar clientes, depois fazem tudo o que esteja ao seu alcance para afugentá-los.</p>
<p>Apesar de as pessoas que abrem e gerenciam empresas de comércio eletrônico - e muitos dos funcionários que contratam - serem muito inteligentes, sua falta de habilidade social é notória. E pode significar desastre. Se você contratar pessoas que gostam de trabalhar com tecnologia de computadores, mas detestam lidar com o público, terá um grande problema. <strong>Você precisa treinar e educar seu pessoal e instilar neles as habilidades e o desejo de interagir com seus clientes para proporcionar o tipo de e-service que irá impulsionar seu negócio. E-service é a cola que mantém o processo de comércio eletrônico unido. Se você não tem e-service, não tem muito.</strong></p>
<p>Boo.com, um Web site europeu de moda, fechou em junho de 2000 e fez com que milhares de empresas de comércio eletrônico em todo o mundo repensassem seus negócios. As razões citadas para o fechamento da Boo.com foram um Web site mal projetado, a extravagância de seus fundadores e o e-service deplorável. Um jovem empreendedor de Nova York - Philip Kaplan - tirou vantagem da consternação que o fracasso da Boom.com causou no setor e criou uma associação de empresas ponto.com falidas em um Web site chamado F_dCompany.com (você preenche a obscenidade) para dar a oportunidade aos visitantes de adivinhar qual a próxima empresa de comércio eletrônico que irá fechar.</p>
<p>Recomendo que você convoque uma reunião e comece a lançar idéias de comércio eletrônico, lembrando-se de que nenhuma idéia é muito ridícula para ser considerada e pode, na verdade, tornar-se um verdadeiro vencedor. Apenas uma advertência: não inclua somente os executivos e gerentes nessas reuniões. Seus funcionários da linha de frente, aquelas pessoas que estão em contato permanente com seus clientes, estão mais habilitadas a dizer-lhe o que os clientes querem de você. Muitos desses funcionários conhecem mais tecnologia do que seus executivos que passam os dias em escritórios confortáveis, longe de seus clientes e da operação prática de seu negócio.</p>
<p><strong>Envolva todos na sua nova missão. Assegure ao seu pessoal que nenhuma idéia será muito fantasiosa para não ser considerada; encoraje-os a pensar em termos amplos. As regras dos negócios mudaram, e aquele jovem auxiliar de escritório de cabelos cor púrpura e tatuagens nos braços pode muito bem ter a idéia que impulsionará seu negócio, com sucesso, para o futuro.</strong></p>
<p>As regras mudaram. O que você vê nem sempre é o que você obtém. Os aficionados por tecnologia - muitos dos quais têm cabelos cor púrpura e tatuagens - estão quebrando as regras e tornando-se ricos no processo. Eles não sabem o significado da palavra &#8220;impossível&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">E nem você.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma cliente da Southwest Airlines e ficou encantada com o serviço recebido. Ela relata sua experiência desta maneira: <strong>&#8220;Depois de marcar o vôo, dei um clique no ícone que indicava se eu queria receber a confirmação da reserva por fax. Dei um clique no botão Imprimir para imprimir a reserva e, no mesmo instante, meu telefone tocou. Você adivinhou; era o fax da Southwest Airlines que chegou antes mesmo que a impressora tivesse captado as informações!&#8221;.</strong></p>
<p>A Southwest Airlines é a única companhia aérea americana que pode servir como modelo de atuação para aquelas que queiram entrar no comércio eletrônico e pretendam proporcionar e-service necessário para sobreviverem. A empresa compreendeu logo que velocidade, preço e conveniência são importantes para os consumidores e ela projetou um Web site que oferece os três em um sistema amigável ao usuário. A Southwest Airlines agora está colhendo as recompensas de seu investimento. <strong>Se você está procurando uma empresa para imitar, esta é a escolha. </strong></p>
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		<item>
		<title>Ou é E-business ou Está Fora do Mercado (II)</title>
		<link>http://www.portalfiremasters.com.br/2008/11/ou-e-e-business-ou-esta-fora-do-mercado-ii/</link>
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		<pubDate>Fri, 28 Nov 2008 00:40:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Helmer</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Negócios On-line]]></category>

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		<description><![CDATA[Instale um Web site, e você estará pronto para os negócios - grandes negócios. Adicione e-service excepcional na mistura - e entrará em negócios ainda maiores. De acordo com o Boston Consulting Group (BCG), os compradores on-line têm expectativas exigentes. Querem completar uma transação em menos de dez minutos; não querem esperar mais de três [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Instale um Web site, e você estará pronto para os negócios - grandes negócios. Adicione e-service excepcional na mistura - e entrará em negócios ainda maiores.</strong> De acordo com o Boston Consulting Group (BCG), os compradores on-line têm expectativas exigentes. Querem completar uma transação em menos de dez minutos; não querem esperar mais de três minutos pelo atendimento; e esperam que sua mercadoria chegue em menos de uma semana.</p>
<p style="text-align: justify;">Em uma pesquisa do BCG com 12 mil usuários da Internet, 28% dos entrevistados disseram que deixaram de comprar em um site em particular e 60% disseram que evitariam a loja real de uma empresa se tivessem uma experiência negativa em sua loja on-line. Entretanto o BCG também descobriu que quanto mais tempo as pessoas ficam on-line, mais dinheiro elas gastam. Uma pessoa com menos de um ano de acesso on-line gastou US$ 260 em 1999, enquanto que uma pessoa com mais de três anos de acesso gastou, em média, US$ 800.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-25"></span><br />
A Internet deixou a competição mais acirrada permitindo que as pequenas companhias concorram com as grandes. De fato, em muitos casos as pequenas têm maior oportunidade de sucesso no ciberespaço do que as grandes. Por quê? <strong>Porque este novo ambiente de vendas não está sendo acionado pela tecnologia; é acionado pelo e-service</strong>. E elas podem ser muito melhores que as grandes no que se refere ao estabelecer relacionamento com seus clientes e tratá-los melhor. Muitos consumidores que precisam de conhecimento especializado e tratamento pessoal são mais inclinados a procurar uma empresa pequena que é voltada a um determinado nicho do que uma corporação gigantesca.</p>
<p style="text-align: justify;">As pequenas empresas também têm uma vantagem sobre as grandes quando se trata de agir com presteza. Elas podem tomar decisões rápidas. Não precisam reunir um grupo heterogéneo de pessoas de seus departamentos jurídico, de marketing e técnico para rascunhar e formalizar cada palavra e símbolo que querem pôr em seus Web sites. Elas podem agir - e reagir - rapidamente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Entretanto, um conselho: não ponha todos os ovos na mesma cesta. Um Web site deve complementar seu negócio tradicional, não necessariamente substituí-lo. </strong>Embora os consumidores possam comprar quase tudo na Internet - mais rápido e, em muitos casos, mais barato -, sempre haverá um lugar para negócios físicos.</p>
<p style="text-align: justify;">A Internet e as empresas do mundo físico podem ser um casamento magnífico. De falo, algumas delas estão até instalando quiosques em suas lojas de modo que os compradores também possam acossar seus estoques online, enquanto as empresas de comércio eletrônico estão adicionando operações reais para capturar os clientes que preferem comprar pessoalmente. A eBay e a Gateway Inc. são duas dessas varejistas ponto.com. A eBay em breve realizará leilões ao vivo em shopping centers, enquanto a Gateway está construindo lojas reais para oferecer a seus admiradores o que a Business Week chama de &#8220;realidade tridimensional&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Ou é E-business ou Está Fora do Mercado (I)</title>
		<link>http://www.portalfiremasters.com.br/2008/11/ou-e-e-business-ou-esta-fora-do-mercado-i/</link>
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		<pubDate>Fri, 28 Nov 2008 00:36:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Helmer</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Negócios On-line]]></category>

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		<description><![CDATA[Se você não estiver conectado - será nocauteado. Mark Jarvis, vice-presidente sênior da Oracle, explica de outra maneira. &#8220;Nossa visão é simpies&#8221;, diz ele. &#8220;Ou é e-business ou está fora do mercado.&#8221;
Ele está mais do que certo. Muitas empresas principalmente as fundadas na década de 90, fazem todos os seus negócios via Internet, enquanto que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Se você não estiver conectado</strong> - será nocauteado. Mark Jarvis, vice-presidente sênior da Oracle, explica de outra maneira. &#8220;Nossa visão é simpies&#8221;, diz ele. &#8220;<strong>Ou é e-business ou está fora do mercado</strong>.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Ele está mais do que certo. Muitas empresas principalmente as fundadas na década de 90, fazem todos os seus negócios via Internet, enquanto que as empresas tradicionais convertem-se ao comércio eletrônico com a esperança de percorrer as ondas do ciberespaço para aumentar as vendas, bem como maior eficiência. &#8220;M<strong>ude as compras para a Web, e a empresa poderá eliminar 90% dos custos de transações</strong>&#8220;, diz Dean Whitlock, vice-presidente e gerente-geral do grupo e-Business Services da firma de consultaria ICL em Dallas, Texas.</p>
<p style="text-align: justify;">Chris Cogan, CEO da GoCo-op, uma empresa na Flórida de compras pela Internet para hotéis, restaurantes e serviços de saúde, diz &#8220;Estimamos que o custo médio do processamento de um pedido de compra seja de US$ 115. Baixamos esse custo para US$ 10. Quando as empresas compram por meio de nosso sistema, vêem economia imediata&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas empresas - como a Arnazon.com - têm sucesso extraordinário em proporcionar economias, velocidade e serviços aos clientes. <strong>Se você ainda não ouviu falar da Amazon.com, procure conhecê-la.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-22"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Jeff Bezos tinha 30 anos e trabalhava para um fundo de investimento de Nova York quando leu um relatório sobre o crescimento fenomenal esperado da Internet. Bezos decidiu entrar em ação - elaborou um plano de negócios e fundou a Amazon.com. Em quatro anos, a livraria on-line era a marca de crescimento mais rápido da Internet, e Bezos foi considerado um guru do comércio eletrônico.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas empresas que usam a longos anos os métodos tradicionais para comercializar e vender seus produtos e serviços estão descobrindo o poder do comércio eletrônico e estão adicionando a Internet aos seus arsenais de vendas. A Southwest Airlines é uma dessas empresas. Durante o quarto trimestre de 1999, a receita on-line da companhia aérea por passageiro aumentou em 140%, chegando a quantia impressionante de US$ 250 milhões.</p>
<p style="text-align: justify;">De fato, as viagens hoje estão entre os maiores geradores de receita do comércio eletrônico - e vai tornar-se maior. Os especialistas do setor de viagens estimam que a venda on-line de passagens exceda US$ 30 bilhões em três anos. A Southwest Airlines lidera o grupo. Em fevereiro de 2000, 25% de sua receita de passagens veio de reservas por meio de seu Web site, enquanto a maioria das companhias aéreas vende on-line somente 3% a 8% de seus assentos, de acordo com especialistas do setor.</p>
<p style="text-align: justify;">Philip Wolf, presidente e principal executivo da PhocusWright Inc., um consultor de viagens on-line, acredita que o Web site amigável para o usuário da Southwest Airlines é o maior responsável pelo aumento dos negócios. &#8220;<strong>Eles têm o paradigma de preço e programação de vôos mais simples e mais fácil do setor</strong>&#8220;, diz ele.</p>
<p style="text-align: justify;">A Nordstrom também entrou no ciberespaço com a Nordstrom.com, que em 1999 teve vendas de US$ 18 milhões. As projeções para 2000 eram de US$ 100 milhões, que podem parecer insignificantes para a Nodstrom Inc., com mais de US$ 5 bilhões anualmente. Mas, se a Nordstrom.com concretizasse suas projeções, teria crescimento maior do que o lucro esperado de 10% a 12% sobre a receita da matriz em 2000.</p>
<p style="text-align: justify;">Você também deve examinar a General Electric. Ela foi classificada como a número um na relação das empresas americanas mais admiradas em 2000 da revista Fortune, um lugar que também ocupou em 1999 e 1998. Durante aqueles anos, entretanto, a General Electric fez algumas mudanças. Envolveu-se no comércio eletrôriico quando, segundo a Fortune, &#8220;Jack Welch tornou-se crença&#8221; e pôs a GE na trilha rápida do comércio eletrônico.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Welch, CEO da General Electric, durante muitos anos, nem possuía computador pessoal em seu escritório enquanto todos os outros funcionários tinham. Finalmente quando tornou-se &#8216;crença&#8217;, moveu-se rapidamente para fazer o comércio eletrônico uma iniciativa principal da empresa.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Em Janeiro de 1999, a Polymerland, empresa de distribuição de plásticos da General Electric, vendia US$ 10 mil por semana no comércio eletrônico. Um ano depois estava vendendo US$ 2 milhões por dia e projetava dobrar aquela quantia até o final do ano. Entretanto, a Power System da empresa, também tinha lançado uma estratégia de comércio eletrônico que resultou em vendas de US$ 17 milhões em 1999 e uma projeção de US$ 1,5 a US$ 2 bilhões para 2000.</p>
<p style="text-align: justify;">Como Welch, CEOs de todo o mundo estão jogando fora seus planos de negócios antigos. Eles compreendem que &#8220;negócios da maneira usual&#8221; não existem mais, que a Internet e a concorrência global mudaram a face dos negócios para sempre. Estão entrando na Internet para complementar seus negócios tradicionais e fazendo grande sucesso com essa iniciativa.<br />
<strong><br />
Certamente, você deve estar dizendo; isso é Étimo para empresas grandes como a Southwest Airlines e a General Electric, mas e nós, os pequenas?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Bem, os pequenas, os pequenas negócios, podem ser grandes ganhadores na Internet também. De fato &#8220;botecos da esquina&#8221; de todo o mundo  estão atingindo os clientes sem aumento de encargos. <strong>Eles não precisam construir lojas novas para aumentar as vendas. Podem utilizar a Internet como uma força de vendas virtual para lançar seus produtos e serviços aos clientes em qualquer canto do mundo.</strong></p>
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		<title>A Revolução do Comércio Eletronico (II)</title>
		<link>http://www.portalfiremasters.com.br/2008/11/a-revolucao-do-comercio-eletronico-ii/</link>
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		<pubDate>Wed, 26 Nov 2008 22:55:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Helmer</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Para muitos negócios hoje o comércio eletrônico significa a diferença entre sobrevivência e extinção. &#8220;A Internet não espera por ninguém, nem por companhia, nem por país, portanto, se você não mantiver o passo, será rapidamente ultrapassado&#8221;, diz John Chambers, CEO (Chief Executive Officer) da Cisco Systems.
Estou plenamente de acordo. Não há dúvida de que a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.portalfiremasters.com.br/wp-content/uploads/2008/11/0000003.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-19" title="loja" src="http://www.portalfiremasters.com.br/wp-content/uploads/2008/11/0000003.jpg" alt="" width="126" height="179" /></a>Para muitos negócios hoje o comércio eletrônico significa a diferença entre sobrevivência e extinção. <strong>&#8220;A Internet não espera por ninguém, nem por companhia, nem por país, portanto, se você não mantiver o passo, será rapidamente ultrapassado&#8221;,</strong> diz John Chambers, CEO (Chief Executive Officer) da Cisco Systems.</p>
<p style="text-align: justify;">Estou plenamente de acordo. Não há dúvida de que a Internet é a onda do futuro - e o futuro é agora. A Internet ofereceu às companhias, não importa se grandes ou pequenas, a oportunidade de crescimento sem precedentes. Por outro lado, se não for usada adequadamente, essa tecnologia poderá levar as vendas rapidamente a índices muito baixos.</p>
<p style="text-align: justify;">Em parte alguma o poder das vendas on-line é mais evidente do que o sucesso da Amazon.com. A empresa de Seattle, que começou a vender livros na Web em julho de 1995, teve vendas líquidas de US$ 610 milhões no ano fiscal de 1998, um aumento de 313% em relação às vendas líquidas de US$ 147,8 no ano fiscal de 1997. As vendas líquidas em 2000 foram de US$ 276 bilhões. No quarto trimestre de 1999 era esperado que as vendas ultrapassassem a marca de US$ 650 bilhões. A empresa tem uma clientela de 20 milhões de pessoas em mais de 160 países e oferece àqueles clientes mais de 18 milhões de produtos, inclusive livros esgotados, CDs, DVDs, brinquedos e produtos eletrônicos.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-16"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter" src="http://a.abcnews.com/images/Technology/amazon_mp3_080128_ms.jpg" alt="" width="413" height="310" /></p>
<p style="text-align: justify;">O que fez o sucesso da Amazon.com? E-service: preço, velocidade e tecnologia, todos construídos em torno de serviço. Os clientes podem fazer seus pedidos 24 horas por dia, sete dias por semana. Podem receber recomendações sobre livros e música, inscrever-se para serviços de notificação pessoal e obter resposta quase imediata para suas solicitações.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A Amazon.com é o modelo de atuação para qualquer empresa que realize negócios em um Web site hoje. O foco da empresa no e-service é o fator primordial de seu sucesso e inclui um período de quatro semanas para treinamento do funcionário.</strong> O treinamento é difícil - 20% dos novos contratador não terminam o programa. Mas resulta em funcionários que proporcionam e-service excepcional, por exemplo, respondendo a 12 e-mails por hora, um elemento crítico para o sucesso de qualquer empresa de comércio eletrônico.</p>
<p style="text-align: justify;">A Amazon.com parece ser a exceção e não a regra, no entanto, quando se trata de empresas eletrônicas que proporcionam serviço excepcional ao cliente. Por exemplo, é um fato que a maioria das pessoas procura a Web devido à sua velocidade e conveniência. <strong>Porém, um relatório da Jupiter Communications revelou que 42 dos maiores Web sites gastam mais de cinco dias para responder aos e-mails do cliente - ou nem respondem. Uma empresa com base na Web que não responda rapidamente a seus clientes irá perdê-los para aquelas que o fazem. Tempo de resposta lento resulta em vendas lentas.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O número de pessoas que procura maneiras novas de servir os clientes bem como o número de companhias adicionando o comércio eletrônico a seus negócios tradicionais, é assustador e continuará a crescer. Quando Robert Bland, um profissional do setor de seguros, compreendeu que muitos consumidores queriam cotações de preços de apólices de seguro imparciais, fundou a Quotesmith.com, um Web site de resposta direta que comercializa seguros para pessoas de alta renda que se auto-administram. Os visitantes do site, que contém informações sobre apólices e preços, digitam suas informações e recebem uma lista abrangente e objetiva de opções de compra.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Um consumidor que gasta dez minutos na Quotesmith.com saberá mais sobre preço de seguros do que qualquer corretor de seguros da cidade&#8221;, diz Bland. &#8220;Armados de informações, podem fazer uma decisão de compra racional baseada no preço, cobertura, estabilidade do portador, taxas financeiras independentes e características da cobertura da apólice&#8221;. A Quotesmith também é licenciada de muitas companhias de seguros, o que significa que os clientes podem comprar uma apólice diretamente on-line. Com uma empresa de comércio eletrônico como a Quotesmith.com, por que eu compraria um seguro de qualquer outra? A empresa eliminou o intermediário, o que significa que seus preços serão melhores que os de outras companhias de seguros e que posso comprar meu seguro rápido e convenientemente. Sugiro, com ênfase, que outros do ramo de seguros fiquem atentos à Quotesmith.com. Somente nos Estados Unidos, há atualmente mais de 300 mil agentes de seguros, que correm o risco de perder seus negócios e emprego por causa de empresas de comércio eletrônico como a Quotesmith.com.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando a pesquisa de mercado mostrou que os clientes da Standard &amp; Poor desejavam acesso a mais informações em um local, em um formato que facilitasse mais a busca, a empresa reuniu sua divisão Ratings Information Services (RIS) com a Ernst &amp; Young para desenvolverem uma aplicação com base na Web que fornecesse avaliações e análises de crédito de 200 mil edições em todo o mundo. O resultado foi a RatingsDirect, um serviço com base em assinatura e número de usuários simultaneos que oferece aos clientes da Standard &amp; Poor uma fonte on-line de informações sobre análise de risco, customizada, atualizada e mais abrangente de todo o mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de a tecnologia ter sido um benefício sem precedentes para os negócios, não é uma panacéia. Se não for usada adequadamente, poderá deixar os clientes frustrados e irritados - e em busca de outro site. <strong>Nunca se esqueça de que está a um clique de ser eliminado.</strong> É importante reconhecer que velocidade e conveniência são os condutores básicos da popularidade do comércio eletrônico. Acessando a Internet, os consumidores podem olhar rapidamente as informações que os ajudarão a tomar uma decisão de compra. E podem fazê-lo sentados no terraço de uma cabana nas florestas do norte de Minnesota tão facilmente como em um escritório de Manhattan.</p>
<p style="text-align: justify;">Naturalmente algumas empresas de comércio eletrônico não conseguirão - da mesma maneira que empresas tradicionais não conseguem. Observe a Wal-Mart e a Kmart. Elas têm estoques similares em lojas similares, mas a WalMart teve vendas de US$ 222 bilhões em 2000, enquanto a Kmart teve apenas US$ 36,9 bilhões. Qual a razão da diferença? Serviço. A Wal-Mart acredita em seus funcionários e treina-os para oferecerem serviços excepcionais.</p>
<p style="text-align: justify;">A Wal-Mart recebe mais de 3 milhões de pedidos de emprego por ano, mas contrata apenas um em cada dez. A empresa gasta mais de 100 horas anualmente treinando cada um desses funcionários. E há retorno. A empresa sabe que, se quiser proporcionar serviços excepcionais, deve treinar e capacitar seus funcionários para fazê-lo. A Southwest Airlines também sabe a importância dos serviços e está colhendo as recompensas em proporcioná-los, não só financeiramente, mas também pelo número de pessoas que querem trabalhar na empresa. A Southwest Airlines recebe mais de 130 mil pedidos de emprego anualmente e contraia apenas um de cada 45. Gasta mais de 80 horas por ano treinando seus funcionários e trata-os como reis, o que contribui para a baixa rotatividade depessoal na empresa - apenas Ao ao ano.</p>
<p style="text-align: justify;">E importante ressaltar que a tecnologia nunca substituirá a necessidade de bons serviços ao cliente. Os consumidores que contaram uma empresa pela Internet devem ser tratados como se estivessem em seu escritório. Sua resposta às solicitações e pedidos deve ser imediata e cortês.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Por exemplo, as solicitações e pedidos dos clientes devem ser respondidos em um dia útil. A resposta pode não estar disponível nesse prazo, mas a cortesia dos negócios exige que você, pelo menos, acuse o recebimento da solicitação ou pedido e que esteja trabalhando nela. </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Quando peço um livro à Amazon.com, recebo um agradecimento em dois minutos e a notificação do envio em cinco minutos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Lembre-se de que muitas pessoas enviam consultas para várias empresas antes de tomar a decisão da compra. Em geral, a compra é feita na empresa que responde primeiro.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sem dúvida, a tecnologia continuará acionando o modo como negociamos. A tecnologia, no entanto, nunca substituirá a necessidade de interação pessoal. Se você combinar tecnologia de informação com pessoal de serviço ao cliente altamente treinado, terá a combinação mágica e conseguirá sucesso. negócios de certificados de ações no varejo, enquanto que, na metade daquele ano, chegou a 37% e, em 1998, a 27%, de acordo com Stephen Franco do US Bancorp Piper Jaffray. Um terço dos lares americanos conectados à Internet tem renda de pelo menos US$ 75 mil de acordo com a AD Market Research.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 1996, havia aproximadamente 24 corretoras na Internet; hoje há mais de 1.000 cuidando de cerca de 5 milhões de contas.</p>
<p style="text-align: justify;">Espera-se que o comércio eletrônico business-to-business, que atualmente responde por cerca de US$ 109 milhões de receita, suba para US$ 1,3 trilhão em 2003, somente nos Estados Unidos.</p>
<p style="text-align: justify;">No fim do primeiro trimestre de 1999, a eBay- o bazar on-line no qual os clientes podem comprar ou vender de quase tudo - tinha 3,8 milhões de usuários registrados, um aumento de 75% em relação ao trimestre anterior.</p>
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		<title>A Revolução do Comércio Eletronico (I)</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Nov 2008 22:36:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Helmer</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Negócios On-line]]></category>

		<category><![CDATA[comercio eletronico]]></category>

		<category><![CDATA[loja virtual]]></category>

		<category><![CDATA[venda]]></category>

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		<description><![CDATA[O Comércio eletrônico é para a Revolução da Informação o que a ferrovia foi para a Revolução Industrial - um desenvolvimento totalmente novo, totalmente sem precedentes, totalmente inesperado. Como a ferrovia há 70 anos, o comércio eletrônico está criando uma explosão nova e distinta, mudando rapidamente a conomia, a sociedade e a política.&#8221;
Assim diz Peter [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O Comércio eletrônico é para a Revolução da Informação o que a ferrovia foi para a Revolução Industrial - um desenvolvimento totalmente novo, totalmente sem precedentes, totalmente inesperado. Como a ferrovia há 70 anos, o comércio eletrônico está criando uma explosão nova e distinta, mudando rapidamente a conomia, a sociedade e a política.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Assim diz Peter Drucker em It Came From the Web de Brian Perry e Mark Burkhardt. E uma declaração forte, mas que descreve precisamente o impacto causado pela Internet - e que continua a causar - em nossas vidas pessoal e profissional. E isso é apenas o começo.</p>
<p style="text-align: justify;">Um relatório emitido pelo Commerce Department constatou que a Internet cresce mais rapidamente do que todas as tecnologias que a precederam. O rádio, por exemplo, existiu por 38 anos antes que 50 milhões de pessoas adquirissem o hábito de ouvi-lo, e somente após 13 anos a televisão alcançou essa marca. Entretanto, passaram-se apenas quatro anos para a Internet ultrapassar esse número.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-3"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Os anos 90 passarão à história como a década que, graças à tecnologia, nivelou as condições de concorrência dos negócios - não importando seu tamanho ou sua localização. Com o advento da Internet, pequenas startups começaram a competir com sucesso com as grandes corporações na venda de seus produtos e serviços para um mercado global por meio da World Wide Web. As fronteiras geográficas foram eliminadas e as transações de negócio ficaram mais ágeis e mais eficientes do que nunca. O comércio eletrônico é na verdade um fenómeno mundial - que cresce diariamente. O Computer Industry Almanac profeta para o ano de 2002 que 490 milhões de pessoas em todo o mundo terão acesso à Internet, com os 15 países principais contando com quase 82% dos usuários. E a Forrester Research prevê que os gastos por meio da Web subirão de US$ 20 bilhões em 1999 para US$ 184 bilhões em 2004. O uso da Internet entre pessoas de toda parte do mundo está aumentando extraordinariamente.</p>
<p style="text-align: justify;">Na China, 16 milhões de pessoas estão acossando a Internet- e o número dobra a cada seis meses. De falo, a revista Time prevê que em 2005 a China terá a segunda maior população mundial de internautas, depois dos Estados Unidos. O Netease.com é um dos maiores portais da China - que oferece gratuitamente e-mail, notícias, leilões e um site de empregos - e alega ter mais de 6 milhões de páginas visitadas por dia. &#8220;As pessoas pensavam que só era possível indicar rico com ações da bolsa ou contrabando&#8221;, a Time cita Wan Zhindong, CEO da Sina.com. &#8220;Agora, com a Internet, elas sabem que podem ficar ricas usando suas inteligências.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">A empresa de pesquisa de mídia Jupiter Communications estima que, em 2003, 47,3 milhões de famílias européias estarão conectadas à Internet. Embora o mercado consumidor on-line da Europa, no início de 2000, fosse apenas um décimo do mercado americano, é esperado que alcance US$ 2 bilhões em 2003. Esse valor é comparado com a estimativa de US$ 10 bilhões para os Estados Unidos no mesmo ano, mas representa um mercado considerável - e esse mercado está aberto para qualquer um por meio do comércio eletrônico. Tenha em mente que a população da Europa é de 727 milhões, enquanto a dos Estados Unidos é de 275 milhões, assim a Europa representa um imenso potencial de mercado para qualquer empresa de comércio eletrônico.</p>
<p style="text-align: justify;">Nenhuma empresa, nenhuma organização pode dar-se ao luxo de ignorar o poder do comércio eletrônico. Andy Grove, presidente da Intel, especula que &#8220;em cinco anos, todas as empresas serão empresas da Internet - ou não serão mais empresas&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Acrescentaria que nenhuma empresa, nenhuma organização pode darse ao luxo de ignorar o poder do e-service. O que é e-service? É velocidade, tecnologia e preço construídos em torno de serviços.</p>
<p>Os números coletados por Perry e Burkhardt para It Came From the Web confirmam essa declaração:</p>
<ul>
<li>As vendas on-line do setor de computadores são estimadas em US$ 410 bilhões, ou 37% do total das vendas do setor, em 2003.</li>
<li>O setor de telecomunicações fará US$ 15 bilhões de negócios on-line em 2003, aproximadamente 5% do total das vendas do setor.</li>
<li>E esperado que as vendas on-line de energia saltem de aproximadamente US$ 11 bilhões em 1999 para US$ 170 bilhões em 2003 - 12% de todo o mercado de energia.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Isso revela que&#8221;, declaram os dois, &#8220;em 2003, a exposição global na Web será somente de cerca de 10% a 15% em termos de comércio eletrônico mundial. Depois de 2003, seguirão vários anos de crescimento sem restrições que tratam dos outros 85%&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Fazer negócios por meio da Internet mudou a face dos negócios em todo o mundo. Ela não só tornou a venda de produtos e serviços mais rápida e conveniente para os consumidores, como levou a concorrência nos negócios a ocupar um lugar que apenas há uma década não era imaginável.</p>
<p>Se você duvida do poder do comércio eletrônico considere o seguinte:</p>
<p style="text-align: justify;">O tráfego na Internet dobra a cada 100 dias. Esperava-se que a receita de comércio eletrônico em 1999 atingisse US$ 507 bilhões.</p>
<p style="text-align: justify;">A Technology Investing, de Michael Murphy, estima que até julho de 2001 as vendas business-to-business via Internet aumentem 25 vezes seus US$ 45 bilhões obtidas nas vendas realizadas em fevereiro de 2000. Quarenta e cinco milhões de americanos visitam lojas on-line; 16 milhões deles fazem compras, de acordo com a Millward Brown Intelliquest.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante a segunda metade de 1999, os negócios on-line representaram 48% de todos os O comércio eletrônico é de fato um negócio muito grande ao redor de todo o mundo. Na Ásia, Jack Ma é o homem a observar. Em 1995, enquanto Jeff Bezos lançava a Amazon.com nos Estados Unidos, Ma começava a Alibaba.com, em Hong Kong. A empresa eletrônica conecta importadores e exportadores em todo o mundo e no verão de 2000 tinha mais de 200 mil membros registrados de 194 países.</p>
<p>Parte de uma outra pesquisa conduzida pela Forrester Research and Piper Jaffray prevê o seguinte:</p>
<p>As vendas on-line de consumidores crescerão de US$ 8 bilhões em 1998 para US$ 108 bilhões em 2003.</p>
<p>Viagens de consumidor on-line atingirão US$ 30 bilhões em 2003, contra US$ 8 bilhões em 1998.</p>
<p style="text-align: justify;">O montante de bens de clientes administrados on-line por corretoras em 1998 era de US$ 420 bilhões, valor que se esperava dobrar em 2000. As contas dos investidoras on-line cresceria de US$ 7,3 milhões em 1998 para US$ 14 milhões no fim de 2000.</p>
<p>Em 2003, 21 milhões de lares estarão investindo on-line, contra os 2,5 milhões do início de 1999.</p>
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